O uso terapêutico da imposição de mãos para tratar e curar doenças data de milhares de anos e está presente em diversos registros da civilização. Atualmente, terapias de imposição de mãos – dentre elas o Reiki – fazem parte da Medicina Integrativa, cuja definição é a boa medicina, baseada em evidências.

Estudos sobre Reiki indicam que normaliza potenciais elétricos do campo de energia humano, promove coerência cardíaca, diminui ansiedade, sintomas de depressão, alívio de dor, redução de efeitos de quimioterapias e extremo bem estar e relaxamento. Está presente atualmente em hospitais e unidades básicas de atendimento.

É uma possibilidade de promover melhor adesão aos tratamentos psiquiátricos e terapêuticos, adequando medicação em quantidade e dosagens menores. O Reiki, como terapia integrativa, proporciona ao indivíduo a possibilidade de participação ativa em seu processo de cura, por ser uma terapia amorosa e que busca o equilíbrio físico, mental, emocional e espiritual.

Em um Hospital Público Psiquiátrico, o Reiki está presente na grade terapêutica sendo prescrito a pacientes de alta complexidade desde 2010 totalizando até o presente mais de 8 mil atendimentos.

Durante a pandemia – que não assegura atendimentos presenciais – os atendimentos de Reiki tiveram continuidade e se mantiveram on-line.

Sabemos que o paciente de saúde mental sofre estigma e preconceito muito antes do diagnóstico. Quando há o diagnóstico – muitas vezes tardio – o paciente é orientado a tratamentos psicoterápicos e farmacológicos que buscam resgatar a dignidade do indivíduo, oferecer possibilidades de convívio em família e sociedade e resgatar a autoestima.

Desde os primeiros momentos após o diagnóstico, o indivíduo busca a cura. E a cura, segundo nova denominação da OMS – Organização Mundial de Saúde – não é apenas a ausência de doença, mas o equilíbrio físico, mental, emocional e espiritual, que traz bem estar e qualidade de vida. Quando o diagnóstico conduz a terapias invasivas ou medicalização excessiva, o indivíduo pode ter acesso a terapias integrativas, dentre elas o Reiki, terapia oriental de imposição de mãos.

A revolta pode ceder lugar à esperança, o medo à coragem, o afastamento à alegria, a apatia à disposição, a dependência aos efeitos colaterais à autonomia.

Mas o que exatamente é a Terapia Vibracional Reiki?

Terapia de imposição de mãos de origem japonesa, que se propõe a harmonizar a dinâmica energética do indivíduo. O Reiki não tem vínculo religioso!

Ele foi desenvolvido e praticado inicialmente por Mikao Usui após vivências de meditação e retiro, formando as bases do Reiki Tradicional Método Usui – Shin Shin Kaizen Usui Reiki Ryõhõ – método de tratamento de Reiki de Usui para melhoria do corpo e mente. Método de cura natural, inclusivo, abrangente e amoroso, que busca atingir An Jin Ryu Mei, termo budista para designar completo estado de paz de espírito ou iluminação.

No Reiki não há a intencionalidade do terapeuta, e sim a sua prática e estudos constantes.

Enquanto na Física alguém postula uma teoria, une a imaginação a um giz e um quadro negro, prova matematicamente que ela é consistente com os modelos de descrição do Universo e entra para a História, no Reiki… É bem mais difícil, porque não lidamos apenas com a ciência e a realidade!

Lidamos com a amorosidade, a compaixão e a misericórdia.

Entendi! E como o Reiki age?

Age por ressonância de frequências vibratórias entre o ambiente, o terapeuta e o paciente, que é um fenômeno observado quando sistemas de frequências diferentes se influenciam e buscam o equilíbrio. Ou seja, é a possibilidade de equalização de frequências diferentes.

Uma pesquisa realizada pelos médicos Robert Becker e John Zimmerman na década de 80, investigou o efeito que algumas terapias, como o Reiki, causam nas pessoas enquanto praticam.

A investigação revelou que padrões de ondas cerebrais de praticantes e receptores se tornam sincronizados no estado Alfa, ou seja, o estado de profundo relaxamento e meditação.

E o mais surpreendente foi perceber que pulsam uníssono com o campo magnético da Terra, conhecida pela ciência como a Ressonância Schumann – 7.86Hz.

O Prof.Paul Davis e Dr John Gibben em “O Mito Matéria” (1991), discutiram esse tema ligado ao conceito de quantum e visão física de um “universo vivo”, em que tudo está conectado em uma teia de dependência energética. Tudo isso promove a experiência subjetiva de “unidade” e “expansão de consciência” relacionado por aqueles que recebem Reiki regularmente ou até mesmo fazem autotratamento.

Parte da popularidade crescente do Reiki, é que ele não impõe um conjunto de crenças!

Esta neutralidade o torna particularmente apropriado para um ambiente de tratamento médico-psicológico.

A ressonância ocorre entre meio e receptor, através do AMOR, o que modula o Reiki é o AMOR, promovendo Coerência Cardíaca, estado onde o corpo atinge a homeostase após cerca de 25 minutos, harmonizando pressão arterial, respiração e batimentos cardíacos.

Neste momento, o organismo reorganiza quimicamente os sistemas cardio-neuro-imuno-endocrino.

Glândulas, enzimas, reações bioquímicas, mudanças genéticas, epigenéticas, quelação de radicais livres, equilíbrio e harmonia, modulados por vibrações de AMOR. Possibilidades de mudanças profundas, elevação de sentimentos de bondade, gentileza e compaixão.

REIKI, energia universal disponível e abundante, através da Ressonância entre terapeuta, receptor e Universo, cria possibilidades para que o organismo vibre em frequências de saúde.

Frequências energéticas podem ser avaliadas pelo Biômetro de Bovis, e também por aparelhos como o Ryodoraku e o GDV, instrumentos que quantificam níveis de energia.

E como o terapeuta eleva sua frequência vibratória para entrar em ressonância com a energia REIKI? Através da respiração, do centramento, da ética, do não julgamento e da compaixão.

O objetivo da terapia Reiki está além de diminuir sintomas! O Reiki vai além e pode servir como uma ferramenta de aceitação e gentileza e amor próprio. Em mudar o desfecho de um diagnóstico. Em promover qualidade de vida e trazer mais leveza para cada um que o recebe!